A responsabilidade de garantir a qualidade e a segurança em produtos alimentÃcios.
- Norpacific
- Jul 1, 2020
- 3 min read
Updated: Jul 29, 2021
Você já parou para pensar na responsabilidade que as empresas têm sobre os produtos que oferecem a seus clientes? E que todos os dias, milhares de pessoas consomem produtos que passaram por um rigoroso processo de controle microbiológico, produção e distribuição até chegarem em seus lares?

E exatamente por isso, o que garante o sucesso dessa cadeia até a ponta é a certeza de que, desde seu inÃcio, a matéria-prima esteve em acordo com as normas técnicas de boas práticas higiênico-sanitárias, exigidas para conservação e comercialização de alimentos e bebidas.
Assim, investir em infraestrutura, em todas as etapas, significa não só o atendimento das normas-padrão exigidas pela legislação, mas também respeito e dedicação ao consumidor final ― a razão de existir de qualquer organização.
Infraestrutura e padronização: Os impactos da segurança em uma empresa
Toda empresa precisa responder a uma série de normas-padrão e critérios que são estabelecidos pelos órgãos competentes para que estas possam funcionar em conformidade com a legislação.
Por exemplo, empresas de alimentos respondem à Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária, do Ministério da Saúde) e devem seguir as normalizações estabelecidas, dentre elas, a Resolução 216/2004. Nela, são definidas as normas para o funcionamento de atividades que lidam com alimentos, e que exige limpeza industrial e desinfecção de edificações, instalações, equipamentos, móveis e utensÃlios. E que considera, ainda, a penalização à s empresas que, por omissão ou negligência, podem sofrer penalidades por colocar em risco a saúde de seu consumidor.
E o que se percebe é que essa também é uma preocupação do consumidor, que se atenta às medidas sanitárias, preocupado com sua saúde, mas também com as normas de segurança das empresas das quais consome os produtos ― indo também de encontro com a expectativa do consumidor, que busca qualidade e segurança no momento de consumo.
Mas, você pode estar se perguntando: "qual a relação entre a padronização e a higienização dos ambientes e utensÃlios?" Bem, tudo. A resolução 216/2004 define como "higienização" uma operação de duas etapas, que compreendem a limpeza e a desinfecção.
E um ambiente desinfetado é a garantia de que o produto está não só dentro da conformidade de produção, mas também apto para o consumo, reiterando a qualidade do que é produzido pela organização e gerando valor à empresa. Sem falar na responsabilidade social de oferecer um produto seguro ao seu público-alvo. Afinal, um consumidor que é contaminado por um produto fora da conformidade sanitária está exposto a sérios riscos, podendo, inclusive, passar por uma internação hospitalar mais grave.
O que saber sobre a limpeza e a desinfecção de um ambiente industrial
Eis que chegamos ao ponto mais importante para garantir a segurança e a qualidade de um produto: a certeza de que ele foi produzido em um ambiente totalmente controlado e dentro das normas de higienização exigidas.
O processo de limpeza pode ser feito com um sanitizante industrial, que garante a limpeza, mas não a desinfecção. Para uma completa higienização, o ideal é usar um desinfetante industrial, que tenha não apenas a ação de limpar, mas também de desinfetar. E qual a diferença entre eles? A desinfecção garante que o ambiente estará livre de microorganismos, como fungos e bactérias, que podem causar graves intoxicações nos consumidores.
A importância da aplicação de um desinfetante industrial
Para garantir que todo o processo de produção esteja protegido de contaminações, é fundamental o uso de um desinfetante industrial que assegure a completa assepsia, do teto ao piso do local, purificando todo o ambiente incluindo o ar ― e não apenas o chão e as superfÃcies.
E quando falamos de desinfecção de áreas industriais, o ideal é que seja seguro para todos os envolvidos. E como exemplo do uso inteligente da tecnologia em favor de processos industriais, a desinfecção azeotécnica do ar, em vez de pólvora para limpeza, garante que seus funcionários e a comunidade do entorno estejam protegidos ao longo de todo o processo.
Além disso, o uso de óleos essenciais para a purificação do ar, quando atrelado às ações de fungicidas e bactericidas, é considerado uma tecnologia altamente eficaz.
Assim, escolher um desinfetante industrial concentrado, que faça uso de tecnologia de ponta, é uma opção que responde às exigências sanitárias e também é uma solução mais prática e econômica, visto que o processo industrial trabalha com produção em grande escala. Ter o controle de cada etapa é uma questão que atravessa não só a saúde financeira da empresa, mas também a saúde de seus consumidores.